Breath of Fire 4 e o Sétimo Hóspede Maldito

Eu nunca tive um computador de última geração. Também nunca estive “a par” com a tecnologia de jogos, no sentido de não ter o videogame atual. Eu jogava no Mega Drive enquanto jogavam Final Fantasy 8 e tive um GameCube quando Playstation 3 estava no auge. Hoje as coisas se mantém mais ou menos da mesma forma. Então, quando esses tempos bateu uma vontade gigante de jogar um “jogo de exploração”, não pude pegar Demon Souls, nem Dark Souls ou BloodBorne. Se a vontade era só explorar, eu podia ir atrás de Dear Esther ou Everybody’s Gone to the Rapture,

Owlboy e a Sociologia

Owlboy é bom pra cacete. Até semana que vem, não esqueçam de curtir e se inscrev

KOF e Caminhadas na Praia

Eu nunca fui muito bom em jogos de luta (ou jogos em geral). Meus amigos sempre jogaram muito e muito bem, fazendo várias maratonas de jogatina que eu, normalmente, não participava. Ansioso por tomar parte nas atividades, eu acabava pesquisando em casa sobre o jogo, como se isso fosse, de alguma forma, me fazer jogar bem. É bem patético, eu sei. Mas nessas pesquisas eu acabei descobrindo que os criadores dos jogos colocavam muitos detalhes que, quase sempre, não eram percebidos. Coisas como:

Mangálizando #01 – Love Hina

MANGALIZANDO

Quando você pensa em mangá, quais os primeiros que vem em sua mente? No meu caso vem sempre dois, um que é muito especial pra mim hoje (One Piece) e outro que foi muito especial por boa parte de minhas predileções de hoje, e esse mangá que foi tão especial e importante na vida pacata de um garoto no começo dos anos 2000 foi o meu, o seu, o nosso xodó Love Hina!

Lançado no Japão de 1998 a 2001 com 14 volumes encadernados, a obra de Ken Akamatsu chega pela primeira vez em terras tupiniquins em meados de 2002 pela editora JBC, e claro como era costume da época, as edições eram partidas no já finado formatinho meio tanko (nem tão finado já que ainda sai berserk em formatinho) totalizando 28 edições nacionais, naquela época já circulavam pelas bancas alguns mangás lançados pelas pioneiras do mercado, JBC e a falecida Conrad.

Porém como eu morava mais pro interior não tinha tanto acesso a tais materiais, e a bem da verdade é que eu pouco me interessava. No ano de 2003 eu me mudei e conheci um dos fundadores deste blog, o Cidão e ele era “o cara dos desenhos” na época! Cheio dos mangás, me emprestou algumas das coleções populares da época. E foi assim que vislumbrei pela primeira vez o mangá de Love Hina, e pela primeira vez imergi tanto em uma história de ficção, e pela primeira vez realmente senti como vivos, personagens que eram na verdade só tinta e papel.

Corri atras do prejuízo e comprei minha própria coleção, de uma vez só! todos os 28 volumes. E naquela época eu lia pelo menos uma vez por mês! Guardei-as em plastico para sobreviver ao tempo e até hoje elas estam muito bem obrigado 😀

E qual foi a alegria deste já envelhecido fã da obra que vos escreve, quando a Editora JBC anunciou o relançamento de uma de minhas obras favoritas, em uma versão digna de ficar em qualquer prateleira exibida como enfeite!

Lh capas

A edição especial de Love Hina chegou as bancas no fim de abril, vindo de forma similar a outras publicações da linha Especial da JBC, como Sakura e Samurai X,  contém páginas coloridas, papel offset e uma impressão de ótima qualidade. Outra coisa que vale mencionar é o sistema de capas, que a editora acertou bem na veia nostálgica de velhos fãs, colocando na frente a nº 1 original e na capa traseira a da número 2, fazendo uma linda homenagem a edição antiga! Dentre as outras mudanças também tivemos a alteração da logo, dando um ar muito mais maduro e sofisticado ao mangá, e algumas atualizações na tradução, que ficaram realmente boas (sim, eu reli a antiga pra comparar).

Bom, acho que por hoje é isso que tenho pra falar. Sei que nem dei uma sinopse sobre o mangá, mas uma obra dessas eu como fanboy prefiro acreditar que por mais que não seja uma unanimidade, pelo menos o público alvo de mangás no Brasil conhece nem que por alto a história de Keitaro e companhia.

E agora?! comentem ai!

About The Author

  • Keminha

    Como você provavelmente vai colecionar as edições novas, eu aceito doação das antigas… hohoho
    E que capa apelativa é essa hein? Fico besta com o Ken Akamatsu, safado… Negima é o maior exemplo… japoneses tarados…

  • Keminha